conecte-se conosco


POLÍTICA

Bolsonaro discute com Centrão substituição de Pazuello no Ministério da Saúde

Publicado em

POLÍTICA

source
Ministro da Saúde Eduardo Pazuello
Tony Winston/MS

Ministro da Saúde Eduardo Pazuello

O nome do ministro da Saúde, general Eduardo Pazuello , voltou a ficar na berlinda nos últimos dias após o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) retomar as conversas com o Centrão para que o chefe da pasta seja substituído.

Neste sábado (13), o assunto foi tratato em conversa dele com o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL). No final do dia, Bolsonaro ainda se reuniu com os ministros Eduardo Pazuello, Walter Braga Netto (Casa Civil), Luiz Eduardo Ramos (Secretaria de Governo) e Fernando Azevedo (Defesa) no hotel de Trânsito do Exército , onde mora Pazuello.

Partidos do Centrão têm pressionado para a troca do ministro sob argumento de que a imagem do general está desgastada por conta das ações de combate à pandemia do novo coronavírus (Sars-CoV-2). Alegam ainda que o ministro apresentou números divergentes sobre a vacinação da população.

Você viu?

De acordo com informações da jornalista Andréia Sadi, aliados do presidente também defenderam nos últimos dias que o Palácio do Planalto faça um “rearranjo” nos ministérios. Essa mudança começaria pelo próprio Pazuello com o objetivo de fazer o governo se preparar politicamente para a oposição do ex-presidente Lula .

Os partidos do Centrão e integrantes do MDB do Senado, por exemplo, defendem políticos para vagas como o Ministério da Educação, Ministério de Relações Exteriores, Minas e Energia — além de alterações também na “cozinha” do Planalto, como Casa Civil e a própria Secretaria de Governo.

Hoje, todos esses cargos estão ocupados por nomes escolhidos pelo presidente sem participação de partidos e pertencem ou à chamada ala ideológica ou ao grupo de militares do governo.

Comentários Facebook
Propaganda

POLÍTICA

Após ser alvo de representação, Kajuru desafia Flávio no Conselho de Ética

Publicados

em

Por

source
Senador Jorge Kajuru (Cidadania-GO) divulgou áudio de conversa com Bolsonaro
Edilson Rodrigues/Agência Senado

Senador Jorge Kajuru (Cidadania-GO) divulgou áudio de conversa com Bolsonaro

Após ser representado pelo senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) no Conselho de Ética nesta segunda-feira (12), o senador Jorge Kajuru (Cidadania-GO) disse que desafia o filho do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) a um escrutínio do colegiado. Flávio é investigado no inquérito das “rachadinhas”, que apura um esquema de corrupção e lavagem de dinheiro no gabinete do parlamentar na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj).

Kajuru disse que riu ao saber da representação de Flávio Bolsonaro no Conselho de Ética . O filho do presidente alegou que o colega de Senado teve uma “conduta imoral” ao gravar Bolsonaro sem consentimento e divulgar o áudio em que ele falava sobre a criação da CPI da pandemia .

“Eu ri, eu ri, o que posso fazer? Nessa hora, você tem que rir. Para mim, foi motivo de dar risada logo ele, entre 81 senadores, o que me representa no Conselho de Ética é quem exatamente deveria estar no Conselho de Ética? Porque eu nunca fui acusado de crime. Nenhuma esfera da Justiça nunca me denunciou por nada, nem na minha vida jornalística, nem na minha vida política. A Polícia Federal nunca foi na minha casa às 6h30 da manhã, eu nunca fui manchete negativa do Jornal Nacional. Eu fiz um convite a ele: Já que ele me quer no conselho de ética, eu também faço o mesmo convite: vamos juntos, vamos ver se você tem coragem de ir lá e explicar uma denúncia grave contra você”, disse Kajuru.

Leia mais:  Sem chave, local de votação atrasa abertura dos portões

O senador reafirmou que está tranquilo sobre a apuração do Conselho de Ética e colocou a quebra do sigilo telefônico à disposição.

Você viu?

“Ele (Bolsonaro) não só sabia (que estava sendo gravado) como respondeu pra mim: ‘Kajuru, não tenho nada a esconder’, quando comuniquei a ele que ia para o ar às 12h40. Pode abrir o sigilo telefônico dos dois. Vamos ver quem está falando a verdade. Estou tranquilíssimo, consciência limpa, fiz a minha missão e a cumpri de forma completamente honesta e indiscutível e insofismável”, disse.

Kajuru minimizou o fato de o Cidadania convidá-lo a deixar o partido. O senador disse que partiu dele a sinalização que abandonaria da legenda por divergir da cúpula. Kajuru disse que é independente e negocia sua ida para o Podemos.

“Eu os avisei hoje cedo. Há três meses estou acertando com o senador Álvaro Dias para ir para o Podemos. Eu só continuei no Cidadania por respeito por admiração ao Alessandro (Vieira, senador), a Eliziane (Gama, senadora) e ao carinho do Roberto Freire, mas eu não sou obrigado a concordar com tudo o que o Roberto Freire quer. Quando eu vi que tinha gente do partido contra a CPI (que inclui Estados e municípios) eu me decepcionei, acabou o casamento. Com o acontecimento de hoje, eu me antecipei: podem me expulsar, fazer o que quiser, eu não estou nem aí. Quero ir para o Podemos”, disse Kajuru. “Eu fiquei feliz. Foi a melhor notícia da minha vida hoje foi essa. Estou livre para ir para o partido que eu quero”, completou.

Leia mais:  "Não sigam o que o presidente diz", alerta João Doria

Comentários Facebook
Continue lendo

ITURAMA E REGIÃO

POLICIAL

POLÍTICA

ECONOMIA

Mais Lidas da Semana