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Bolsonaro critica lockdown: “meu exército não vai obrigar povo a ficar em casa”

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Presidente Jair Bolsonaro (sem partido)
Carolina Antunes/PR

Presidente Jair Bolsonaro (sem partido)

presidente Jair Bolsonaro (sem partido) voltou a criticar medidas de isolamento social em conversa com apoiadores no ‘cercadinho’ do Palácio da Alvorada, em Brasília, nesta segunda-feira (8).

“Alguns querem que eu decrete lockdown, não vou decretar e pode ter certeza de uma coisa, o meu Exército não vai para a rua obrigar o povo a ficar em casa”, disse.

Devido ao iminente colapso do sistema de saúde, aliado ao aumento de casos e de óbitos pelo novo coronavírus (Sars-Cov-2),  diversos estados, como São Paulo, Distrito Federal, Rio Grande do Sul e Pará fecharam todas as atividades não essenciais e decretaram toque de recolher.

“Parece que está voltando a onda de lockdown”, declarou Bolsonaro . “Vamos ver até onde o Brasil aguenta esse estado de coisas”, completa, se referindo às medidas de isolamento adotadas por estados e municípios.

Se isentando da responsabilidade pelo momento vivido pelo Brasil, com o pico da pandemia de Covid-19, registrando recordes de mortes na última semana, o presidente pediu que “não cobrem” ele. “Se eu fosse o dono de tudo aqui, seria o que chamam de ditador”, afirma.

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Rosa Weber veta trechos de decreto de armas que entraria em vigor nesta terça

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Ministra Rosa Weber, do Supremo Tribunal Federal (STF)
Fellipe Sampaio/SCO/STF

Ministra Rosa Weber, do Supremo Tribunal Federal (STF)

A ministra Rosa Weber, do Supremo Tribunal Federal (STF), suspendeu por decisão monocrática nesta segunda-feira (12) trechos de quatro decretos de armas do presidente Jair Bolsonaro (sem partido). As normas passariam a valer a partir desta terça-feira (13). Os decretos permitiam a flexibilização do porte, posse e compra de munição.

Entre as suspensões está a do trecho que aumentava de dois para seis o limite de armas de fogo que o cidadão comum pode adquirir. Isso seria permitido caso fossem preenchidos os requisitos necessários para obtenção do Certificado de Registro de Arma de Fogo.

No mesmo decreto, Bolsonaro também permitia que policiais, agentes prisionais, membros do Ministério Público e de tribunais comprassem duas armas de fogo de uso restrito, além das seis de uso permitido. Essa parte também foi suspensa por Rosa Weber.

Ainda foi vetado o trecho de outro decreto que ampliava, em grande escala, os limites para compras de armas e munição para caçadores, atiradores e colecionadores – conhecidos como CACs.

Leia mais:  Bolsonaro será investigado por distribuição de recursos de comunicação

Os decretos de Bolsonaro foram anunciados pelo governo no fim da noite de 12 de fevereiro, às vésperas do Carnaval. As mudanças não passaram pela análise do Congresso. Os textos fazem uma nova regulamentação do Estatuto do Desarmamento, aprovado em 2003.

Em sua decisão, Rosa Weber determinou que o tema seja enviado ao plenário do STF, que pode confirmar ou rejeitar o que a ministra decidiu de forma individual. A data de julgamento será definida pelo presidente da Corte, ministro Luiz Fux.

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