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POLÍTICA

Bolsonaro credita alta nos casos de Covid a prefeitos que decretaram restrições

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Presidente Jair Bolsonaro em transmissão ao vivo nesta quinta-feira (28)
Reprodução/Youtube

Presidente Jair Bolsonaro em transmissão ao vivo nesta quinta-feira (28)

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) creditou nesta quinta-feira (28) o aumento de casos de contaminações pelo novo coronavírus (Sars-CoV-2) aos prefeitos e governadores que decretaram medidas de restrição de circulação durante a pandemia .

Sem citar provas, Bolsonaro disse que a maior quantidade de contaminações acontece dentro das casas das pessoas e disse ainda que as autoridades também poderiam ser as responsáveis pelo aumento de casos de suicídio em decorrência do isolamento social.

“Antes de fazer qualquer coisa, se coloque no lugar de outras pessoas. Os governadores e prefeitos devem fazer isso. Imagine o cara que ter que ver a esposa e as crianças sem ter o que comer. Como esses caras vão viver? O aumento dos números de suicídios também. Essa conta vai ser alta. Governadores e prefeitos são responsáveis pelo aumento do número contaminações. O maior número de contaminações acontece dentro de casa”, afirmou o presidente.

Na semana passada, o estado de São Paulo fez todas as regiões regredirem no Plano SP de contingência da Covid-19 e ainda endureceu as regras para os períodos noturno e os finais de semana. A partir de segunda (25), o estado todo passou a voltar fase vermelha das 20h às 6h e durante o dia todo aos sábados e domingos. Nessa fase, somente é permitida a abertura de serviços essenciais, como farmácias e supermercados.

Essa medida, de acordo com os especialistas do centro de contingência estadual, foi tomada por conta do aumento de casos de Covid-19 em decorrência das festas de final de ano. A previsão era que os encontros para as comemorações de Natal e Ano Novo teriam reflexo a partir do dia 20 de janeiro.

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POLÍTICA

Ex-ministro culpa Bolsonaro e Pazuello por “desastre” de gestão durante pandemia

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General Santos Cruz, ex-ministro do governo Bolsonaro
Flickr Monusco

General Santos Cruz, ex-ministro do governo Bolsonaro

 O ex-ministro da Secretaria de Governo, General Santos Cruz, aponta o  presidente Jair Bolsonaro (sem partido) como responsável pela crise de saúde pública enfrentada pelo país durante a pandemia do novo coronavírus (Sars-Cov-2), em entrevista divulgada nesta quinta-feira (4).

“Sempre tem um responsável pelas coisas. O responsável é o presidente”, avalia o general. “Uma pandemia que é absolutamente mal coordenada, mal liderada, sem liderança desde o início” critica o ex-ministro, demitido por Bolsonaro em junho de 2019 após divergências com a ala ideológica do governo.

Nesta quinta-feira (3), durante discurso em evento em Goiás, o chefe do executivo declarou que é preciso parar “de frescura e de mimimi” em relação a pandemia , e questionou: “vão ficar chorando até quando?”.

Na entrevista publicada pela Headline Brasil, o militar critica as falas do presidente, que para ele “tentam todos os dias desmoralizar a política de saúde pública”, e que por conta disso, não há como criar uma  política nacional de combate a pandemia, já que Bolsonaro constantemente ataca decisões do STF e de estados e municípios.

Leia mais:  PDT entra com ação no STF para que Estados decidam sobre vacinação obrigatória

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O ex-ministro também questiona o responsável pela pasta da Saúde, Eduardo Pazuello , sobre “até onde vai a responsabilidade do Pazuello por esse desastre que é a administração da pandemia? Porque você tem uma autoridade que todo dia tenta desmoralizar a vacina”, critica.

Santos Cruz também considera que “há crise e show” todos os dias no governo federal, e citou a troca da presidência da Petrobras como uma situação para ilustrar a situação:

“O problema não é trocar, nem por quem trocar. O problema é o show. Se você faz uma troca e mostra a nova estratégia. Não, mas aí você troca, tem esse show todo. No outro dia, a milícia toda se mobiliza para dizer que o ex-presidente é um crápula, que não trabalha”.

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