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Bolsonaro chama Doria de “vagabundo” em encontro com empresários

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Presidente Jair Bolsonaro não mediu as palavras para criticar o governador João Doria (PSDB-SP)
Reprodução: ACidade ON

Presidente Jair Bolsonaro não mediu as palavras para criticar o governador João Doria (PSDB-SP)

Jair Bolsonaro (sem partido) teceu duras criticas contra o governador de São Paulo João Doria (PSDB) durante jantar promovido pelo presidente que reuniu diversos empresários na noite da última quarta-feira (7) em área nobre de São Paulo.

 “O governador de vocês é um vagabundo, caralho”,afirmou Bolsonaro durante discurso, segundo convidados presentes no local ouvidos pela colunista Mônica Bergamo, da Folha.

Em outro momento, voltou a criticar o tucano: “O vizinho aqui de vocês é um vagabundo”. Doria , que mora no Jardim Europa, na região de Pinheiros, é ‘vizinho’ de muitos convidados do local. 9 pessoas convidadas para o evento fazem parte da lista de brasileiros bilionários.

Ainda segundo relatos, na fala do chefe do executivo, o governador paulista foi acusado de ser “um destruidor de vidas” por conta das medidas restritivas tomadas pelo governo de São Paulo para tentar frear o avanço da pandemia do novo coronavírus (Sars-Cov-2).

Na quarta (7), dia do encontro entre presidente e empresário, o Brasil registrou 3.829 mortes em decorrência da Covid-19. O 3º maior numero desde o inicio da pandemia .

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Rosa Weber veta trechos de decreto de armas que entraria em vigor nesta terça

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Ministra Rosa Weber, do Supremo Tribunal Federal (STF)
Fellipe Sampaio/SCO/STF

Ministra Rosa Weber, do Supremo Tribunal Federal (STF)

A ministra Rosa Weber, do Supremo Tribunal Federal (STF), suspendeu por decisão monocrática nesta segunda-feira (12) trechos de quatro decretos de armas do presidente Jair Bolsonaro (sem partido). As normas passariam a valer a partir desta terça-feira (13). Os decretos permitiam a flexibilização do porte, posse e compra de munição.

Entre as suspensões está a do trecho que aumentava de dois para seis o limite de armas de fogo que o cidadão comum pode adquirir. Isso seria permitido caso fossem preenchidos os requisitos necessários para obtenção do Certificado de Registro de Arma de Fogo.

No mesmo decreto, Bolsonaro também permitia que policiais, agentes prisionais, membros do Ministério Público e de tribunais comprassem duas armas de fogo de uso restrito, além das seis de uso permitido. Essa parte também foi suspensa por Rosa Weber.

Ainda foi vetado o trecho de outro decreto que ampliava, em grande escala, os limites para compras de armas e munição para caçadores, atiradores e colecionadores – conhecidos como CACs.

Leia mais:  Caso Marielle: PGR diz que Domingos Brazão "arquitetou homicídio"

Os decretos de Bolsonaro foram anunciados pelo governo no fim da noite de 12 de fevereiro, às vésperas do Carnaval. As mudanças não passaram pela análise do Congresso. Os textos fazem uma nova regulamentação do Estatuto do Desarmamento, aprovado em 2003.

Em sua decisão, Rosa Weber determinou que o tema seja enviado ao plenário do STF, que pode confirmar ou rejeitar o que a ministra decidiu de forma individual. A data de julgamento será definida pelo presidente da Corte, ministro Luiz Fux.

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