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Economia

Bolsa sobe e fecha no melhor nível em 15 dias

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Pelo terceiro dia seguido, a bolsa de valores fechou em alta. O indicador alcançou o melhor nível em 15 dias, mas está distante do recorde registrado no início de janeiro. O dólar alternou altas e baixas, mas fechou com pequena valorização.

O índice Ibovespa, da B3, fechou esta quarta-feira (3) aos 119.719 pontos, com alta de 1,26%. O indicador operou com ganhos durante toda a sessão, chegando a superar os 120 mil pontos no início da tarde.

O Ibovespa está no nível mais alto desde o dia 19. No entanto, o índice ainda está 4,3% abaixo do recorde de 125.077 pontos registrados em 8 de janeiro.

No mercado de câmbio, o dólar comercial encerrou o dia vendido a R$ 5,37, com valorização de R$ 0,015 (+0,29%). A cotação operou em baixa na maior parte da manhã, chegando a cair para R$ 5,32 na mínima do dia, por volta das 9h45. No entanto, voltou a subir durante a tarde. Na máxima da sessão, por volta das 13h30, a divisa chegou a R$ 5,39.

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O mercado financeiro reflete as articulações para destravar a pauta econômica após as eleições que definiram o comando da Câmara dos Deputados e do Senado. Hoje, os novos presidentes da Câmara, Arthur Lira, e do Senado, Rodrigo Pacheco, disseram que qualquer avaliação sobre a retomada do auxílio emergencial respeitará o teto de gastos.

No caso da bolsa de valores, o clima no exterior contribuiu para a melhora. A queda de novos casos de covid-19 nos Estados Unidos e o avanço da vacinação em diversos países voltaram a animar os investidores nesta quarta.

* Com informações da Reuters

Edição: Fábio Massalli

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Economia

Mais de 2 milhões de contribuintes já enviaram declaração do IR

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Na primeira semana de entrega da declaração do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF), 2.020.909 contribuintes acertaram as contas com o Leão. Isso equivale a 6,12% do previsto para este ano.

O balanço foi divulgado no início da noite pela Receita Federal, com dados apurados até as 16h de hoje (5).

O prazo de entrega começou na segunda-feira (1º) e irá até as 23h50min59s de 30 de abril. Neste ano, o Fisco espera receber entre até 32.619.749 declarações. No ano passado, foram enviadas 31.980.146 declarações.

O programa para computador está disponível na página da Receita Federal na internet desde a última quinta-feira (25). Quem perder o prazo de envio terá de pagar multa de R$ 165,74 ou 1% do imposto devido, prevalecendo o maior valor.

A entrega é obrigatória para quem recebeu acima de R$ 28.559,70 em rendimentos tributáveis em 2020. Isso equivale a um salário acima de R$ 1.903,98, incluído o décimo terceiro.

Também deverá entregar a declaração quem tenha recebido rendimentos isentos acima de R$ 40 mil em 2020, quem tenha obtido ganho de capital na venda de bens ou realizado operações de qualquer tipo na Bolsa de Valores, quem tenha patrimônio acima de R$ 300 mil até 31 de dezembro do ano passado e quem optou pela isenção de imposto de venda de um imóvel residencial para a compra de outro imóvel em até 180 dias.

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Restituição

Pelas estimativas da Receita Federal, 60% das declarações terão restituição de imposto, 21% não terão imposto a pagar nem a restituir e 19% terão imposto a pagar.

Assim como no ano passado, serão pagos cinco lotes de restituição. Os reembolsos serão distribuídos nas seguintes datas: 31 de maio (primeiro lote), 30 de junho (segundo lote), 30 de julho (terceiro lote), 31 de agosto (quarto lote) e 30 de setembro (quinto lote).

Novidades

As regras para a entrega da declaração do Imposto de Renda foram divulgadas na semana passada pela Receita. Entre as principais novidades, está a obrigatoriedade de declarar o auxílio emergencial de quem recebeu mais de R$ 22.847,76 em outros rendimentos tributáveis e a criação de três campos na ficha “Bens e direitos” para o contribuinte informar criptomoedas e outros ativos eletrônicos.

O prazo para as empresas, os bancos e as demais instituições financeiras e os planos de saúde fornecerem os comprovantes de rendimentos acabou na última sexta-feira (26). O contribuinte também deve juntar recibos, no caso de aluguéis, de pensões, de prestações de serviços, e notas fiscais, usadas para comprovar deduções.

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Edição: Nádia Franco

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