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Boletim epidemiológico aponta mais uma morte por dengue investigada em Iturama; veja outras cidades do Triângulo, Alto Paranaíba e Noroeste

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O Boletim Epidemiológico divulgado nesta terça-feira (3), pela Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG), tem mais uma morte por dengue investigada em Iturama. Com isso, agora a cidade tem duas mortes sob análise. Ainda conforme os dados, nenhuma morte por dengue foi confirmada no Triângulo, Alto Paranaíba e Noroeste de Minas em 2020.

No último boletim, divulgado em 17 de fevereiro, duas mortes eram investigadas nestas três regiões. Sendo uma em Iturama e outra em Uberaba. Sobre os casos, o G1 tentou contato com a Prefeitura de Iturama, mas as ligações não foram atendidas. Já a Prefeitura de Uberaba informou que aguarda o resultado das análises para se manifestar.

Veja abaixo mais informações divulgadas pela SES-MG sobre incidência de dengue, sinal de alerta, além dos dados sobre chikungunya e zika.

Casos com ‘sinal de alarme’

Um dos destaques deste boletim é o aumento no número de casos de dengue com sinal de alarme, que cresceu no Triângulo, no Alto Paranaíba e no Noroeste de Minas: de 11 na última publicação, para 19 neste boletim.

Nos dados desta terça-feira, três novos casos com sinais de alarme foram registrados em Araxá. Por telefone, a assessoria da Prefeitura informou que seguiu o protocolo da Secretaria de Estado de Saúde, enviou amostras para análises, e aguarda retorno.

Outros dois casos estão sendo investigados em São Gotardo. Já Cachoeira Dourada, Carneirinho e Pirajuba tem um caso cada, sob investigação. Em Monte Alegre de Minas, um caso com sinal de alarme foi descartado.

G1 também entrou em contato por telefone com os outros municípios citados com os novos casos, mas as ligações não foram atendidas.

Dengue: classificação para sinais de alarme – De acordo com a SES-MG, é classificado como dengue com sinais de alarme todo caso de dengue que, no período após a febre, apresenta um ou mais sinais de alarme, que são dor abdominal intensa e contínua, ou dor a palpação do abdômen; vômitos persistentes; acumulação de líquidos (ascites, derrame pleural, pericárdico); sangramento de mucosas; letargia ou irritabilidade; hipotensão postural (lipotímia); hepatomegalia maior do que 2 cm; e aumento progressivo do hematócrito.

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Casos com ‘incidência’

Conforme o boletim desta terça-feira, Monte Carmelo tem uma incidência grave anotada. Os municípios de Monte Alegre de Minas, Carneirinho, Planura, Limeira do Oeste, Pirajuba e Gurinhatã aparecem com incidência muito alta da doença.

Já Ituiutaba, Iturama, Delta, Conquista e Centralina registram incidência alta de dengue. E Uberaba, Patos de Minas, Frutal, Coromandel, Fronteira, Itapagipe, Santa Vitória, Iraí de Minas, Ipiaçu, Veríssimo, Campo Florido e Grupiara estão com incidência média.

As demais cidades do Triângulo, Alto Paranaíba e Noroeste têm incidência silenciosa ou baixa, segundo o boletim da SES-MG.

Situação das principais cidades

Uberlândia – Até o último boletim, a cidade tinha o maior número de casos prováveis, mas foi ultrapassada por Uberaba. A agora segunda do ranking tem 552 casos. São 123 novos casos, em relação ao último boletim, quando o município registrou 429 incidências. Apesar do aumento, a incidência ainda é considerada baixa.

Uberaba – De acordo com a SES-MG, Uberaba registrou 174 incidências, e agora, tem o maior número de casos prováveis dentre as cidades analisadas. O município tem 571 casos registrados. No último boletim eram 397. A incidência na cidade continua média.

Ituiutaba – O município continua com a terceiro maior número de casos prováveis da doença entre as regiões: 405 237. São 168 novos registros, já que a cidade tinha 237 casos no último Boletim Epidemiológico. A incidência da doença passou de média para alta.

Patos de Minas – Quarta cidade em número de casos prováveis, Patos de Minas tem 273 incidências. São 79 casos novos em relação ao último boletim, quando o município registrou 194 ocorrências. A incidência de dengue permaneceu média.

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Araxá – Em Araxá, no Alto Paranaíba, há 46 casos prováveis de dengue, 18 a mais em relação a última publicação. A cidade está com incidência baixa da doença.

Paracatu – O município do Noroeste de Minas registou 54 casos prováveis de dengue, 12 a mais que o registrado no último boletim. A incidência continua baixa.

Dengue em Minas Gerais

O novo Boletim Epidemiológico da SES-MG indica que Minas Gerais tem 20.381 casos prováveis de dengue em 2020.

No estado, neste ano, há 10 óbitos por dengue em investigação: dois em Iturama e um em Uberaba, no Triângulo Mineiro; um em Além Paraíba, na Zona da Mata; um em Cássia, no Sul de Minas; um em Joaíma, no Vale do Jequitinhonha; um em Taparuba, no Vale do Rio Doce; um em Bom Despacho e dois em Campo Belo; no Centro-Oeste. Uma morte pelo agravo foi registrada em Medina.

Chikungunya

Sobre a Febre Chikungunya, foram registrados no estado 403 casos prováveis de chikungunya em 2020, sendo cinco em gestantes. Nas regiões do Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba são 25 casos prováveis da doença em 2020. São nove em Araguari, e quatro em Uberaba. Patos de Minas, Iraí de Minas, Iturama, Frutal e Uberlândia tem dois casos da doença, cada uma. Itapagipe e Tupaciguara tem um caso provável cada uma.

No ano passado, 2.776 casos prováveis de chikungunya foram registrados e houve um óbito pela doença em Patos de Minas.

Zika

Com relação à Zika, neste ano, foram registrados 130 casos, sendo 18 em gestantes. Em 2019, foram 698 casos prováveis, sendo 158 em gestantes.

E nas regiões Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba já há casos prováveis da doença em 2020. São dez casos em Ituiutaba, sete em Frutal, três em Uberaba, dois em Uberlândia. Perdizes e Iturama tem um caso provável, cada uma.

Por: G1

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Capacitação para agentes de endemias em Carneirinho

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Na manhã de hoje (22), os Agentes de Endemias da Secretaria Municipal de Saúde de Carneirinho participaram de uma capacitação de como usar como usar veneno pra matar as larvas em reservatórios e recipientes.

De acordo com o Diretor de Vigilância Sanitária e Epidemiologia, Fábio Souza Ribeiro (Fabio Caixeta), antes o produto utilizado era em pó e agora é em comprimido.

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