conecte-se conosco

POLÍTICA

Bebianno mostrou “suruba gay” para eu não ser vice de Bolsonaro, diz príncipe

Publicado

source
 Luiz Philippe de Orleans e Bragança arrow-options
Facebook/ Luiz Philippe de Orleans e Bragança

O príncipe afirma que Bebianno não o queria como vice.

O príncipe e deputado federal, Luiz Philippe de Orleans e Bragança (PSL-SP) afirmou à revista Época  , nesta quarta (13), que o presidente Jair Bolsonaro desistiu de tê-lo como vice após Gustavo Bebianno, que na época era coordenador de campanha de Bolsonaro, ter informado ao presidente possuir fotos do príncipe em “suruba gay” e agredindo um morador de rua. Fotos e informações que são falsas, segundo o deputado.

Leia também: Bolsonaro quis saber se príncipe era gay pouco antes de desistir dele como vice

“Bebianno armou e não queria que eu fosse o vice. Ele disse ao presidente que haveria um dossiê que tinha fotos minhas, segundo um amigo me contou na ocasião”, afirma o príncipe. Ele afirma que, na época, Bolsonaro não queria escolher um militar para ser seu vice, mas foi pressionado a tomar essa decisão por Bebianno, que teria informado Bolsonaro sobre as fotos no último dia para escolher o vice.

Leia mais:  Bolsonaro foi citado por suspeito de matar Marielle Franco, diz jornal

Nesta terça (12), a coluna de Mônica Bergamo informou que Bolsonaro se arrepende de sua escolha. “Príncipe, estou te devendo eternamente. Eu casei, casei errado. E agora não tem mais como voltar atrás”, disse o presidente.

Leia também: Taxa de homicídio de negros é quase 3 vezes maior do que de brancos no Brasil

O deputado federal Alexandre Frota (PSDB-SP) afirmou, nesta quarta, ter recebido uma ligação de Bolsonaro, na manhã do dia que o então candidato anunciou Mourão como vice, afirmando que desistiria do príncipe, após ter recebido fotos dele. No episódio, Bolsonaro também teria perguntado a Frota se ele sabia se o príncipe era gay.

Comentários Facebook
publicidade

POLÍTICA

Deputado quer que professores e médicos usem armas durante serviço

Publicado

por

source
armas
Reprodução

Na justificativa do projeto, Knoploch cita dois artigos do Código penal que legislam sobre a legítima defesa e o Excludente de ilicitude


O deputado Alexandre Knoploch (PSL) protocolou, nesta quinta-feira (14), um projeto de lei que, se aprovado, concede direito a porte de arma funcional a professores e médicos concursados da rede pública estadual. Segundo a proposta, o profissional teria que declarar a necessidade do uso da arma e caberia as secretarias de Saúde e Educação realizar convênios com as autoridades policiais para o treinamento dos médicos e professores.


Na justificativa do projeto, Knoploch cita dois artigos do Código penal que legislam sobre a legítima defesa e o Excludente de ilicitude. Ao longo do texto o deputado ainda cita o depoimento de dois professores da rede pública. Um do Rio e outro da cidade de Lins, interior de São Paulo, que sofreram agressões de alunos.

Leia mais:  Flávio Bolsonaro pousa em Fernando de Noronha para fim de semana de descanso

“Diante de evidências das agressões que acometem essas duas classes profissionais tão relevantes é que esse Projeto autoriza que esses bravos profissionais possam ter porte de arma em seus locais de trabalho, com o único intuito de legítima defesa, jamais de ataque “, diz Knoploch no projeto, pedindo em seguida a provação desta “imortante matéria” para o Rio.

O projeto agora precisa ser avaliado por cinco comissões dentro da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), entre elas pela Constituição e Justiça.

Para o advogado Antônio Galvão, presidente da Comissão Especial para Estudos Sobre Legislação do Porte de Armas da OAB- Rio, o projeto é inconstitucional porque apenas a União pode legislar sobre o tema.

“O artigo 22 da Constituição diz que apenas a União pode legislar sobre normas que envolvam material bélico. O estado não pode autorizar outras categorias a ter o porte de armas”.

A antropóloga e professora do Departamento de Segurança Pública da Universidade Federal Fluminense (UFF) Jacqueline Muniz também critica a proposta.

“Este projeto frágil se trata de um oportunismo de mercado , um marketing pessoal em buscas de doações para a próxima campanha. Não é uma projeto para contribuir com a segurança”, afirma.

Leia mais:  Luiz Fux é eleito presidente do Supremo Tribunal Federal

Procurado, o deputado Alexandre Knoploch não respondeu o contato da reportagem.

Comentários Facebook
Continue lendo

Mais Lidas da Semana