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POLÍTICA

Baleia Rossi quer apoio do PT para lançar candidatura na Câmara até quarta

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Deputado federal Baleia Rossi (MDB-SP)
Michel Jesus/ Câmara dos Deputados

Deputado federal Baleia Rossi (MDB-SP)

O deputado federal Baleia Rossi (MDB-SP),  candidato à presidência da Câmara de Rodrigo Maia (DEM-RJ),  quer o apoio do PT para oficializar sua candidatura ao comando da Casa até está quarta-feira (6). O parlamentar foi o escolhido por Maia para disputar contra Arthur Lira (PP-AL), candidato lançado pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

Baleia já foi anunciado pelo bloco liderado pelo presidente da Câmara no dia 23 de dezembro, mas o ato de lançamento formal ainda não foi realizado. Essa oficialização tem sido adiada por conta das articulações que têm como objetivo de garantir o apoio do PT. A bancada do partido se reúne na tarde desta segunda-feira (4) e uma resposta deve ser dada até o fim do dia.

Caso a previsão seja confirmada, a intenção de Baleia é iniciar suas viagens em campanha pelo Brasil já na quinta-feira (7). O calendário é apertado, já que a eleição para o comando da Casa está marcada para fevereiro.

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O roteiro de visitas ainda não está fechado, já que também depende da decisão de apoio ou não do PT e em quais estados o candidato de Maia será apoiado pela cúpula no poder local.

Enquanto isso, Lira prepara um tour nacional para conversar com os deputados em suas bases eleitorais e mira traições em partidos com bancadas rachadas.

Até agora, Baleia tem o apoio de PSL, MDB, PSDB, DEM, Cidadania, PV e Rede, além da oposição. As exceções são o PT e do Psol. Ambos os partidos ainda discutem a adesão a Baleia. Se realmente ficarem com ele, a estimativa é que o bloco conte com cerca de 280 deputados.

O bloco de Lira, por outro lado, conta com PP, PL, PSD, Republicanos, Solidariedade, Patriota, Pros, PSC e Avante. Esse conjunto representa cerca de 175 deputados federais. A perspectiva do grupo é que Lira ainda consiga votos de integrantes do PSB, PSL, PSDB, PDT, Cidadania e do DEM.

Na semana passada, o PT cobrou mais garantias de que Baleia atenderá pedidos de interesse da oposição , como combater eventuais atos autoritários de Bolsonaro e não pautar privatizações de estatais, a autonomia do Banco Central e medidas que prejudiquem o meio ambiente.

O PT também pede que Baleia se comprometa a analisar as dezenas de pedidos de impeachment contra Bolsonaro que hoje estão. Mesmo que não sejam abertos processos, o partido quer que eles pelo menos sejam estudados.

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POLÍTICA

Comissão de Educação da Câmara pode ficar com deputados bolsonaristas

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Deputada federal Aline Sleutjes (PSL-PR)
Gustavo Sales/Câmara dos Deputados

Deputada federal Aline Sleutjes (PSL-PR)

Com o adiamento das definições dos presidentes das comissões da Câmara para a semana que vem , deputados bolsonaristas começaram a negociar para que eles sejam os escolhidos para o comando da comissão de Educação da Casa. A informação é do jornal Folha de S.Paulo

Os nomes mais fortes para assumir o órgão colegiado são os dos deputados Carlos Jordy (RJ) e Aline Sleutjes (PR). Os dois são da ala bolsonarista do PSL e têm forte apelo nos posicionamentos ideológicas de apreço do governo Jair Bolsonaro (sem partido), sendo alguns dos principais aliados do presidente na Câmara .

Sleutjes ainda é investigada no inquérito que apura financiamento a atos antidemocráticos, que é conduzido sob relatoria do ministro Alexandre de Moares, do Supremo Tribunal Federal (STF). A definição é prevista para os próximos dias.

Desde o início das negociações, o grupo bolsonarista da legenda manteve como alvo principal a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), considerada a mais importante da Câmara. Já é quase certo que a CCJ fica com a deputada bolsonarista Bia Kicis  (PSL-DF), também investigada no inquérito que apura atos antidemocráticos e ​​no das fake news.

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No caso da Comissão de Educação, no entanto, ela também é considerada estratégica para o grupo. Assim como Bolsonaro, seus apoiadores veem o tema como o campo de batalha para pautas ideológicas no governo, que guarda pouca conexão com os problemas reais do Brasil.

O objetivo da conquista do comando da comissão seria a suposta proeminência da esquerda no setor e o fortalecimento de pautas de fundo religioso.

Nas últimas semanas, a comissão de Educação chegou a ser prometida para o DEM durante negociações tocadas pelo presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL). A legenda ainda mantém articulação para ficar com o colegiado.

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