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POLÍTICA

Baleia Rossi critica interferência do governo na Câmara e diz que “não se vende”

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Deputado federal Baleia Rossi (MDB-SP)
Reprodução/Youtube

Deputado federal Baleia Rossi (MDB-SP)

Baleia Rossi (MDB-SP) , candidato à presidência da Câmara dos deputados, declarou nesta quinta-feira (28)  que “quer ser presidente de uma Câmara que não se vende por 30 moedas”, em referência a atuação do governo federal na eleição parlamentar.

Bolsonaro , que na última quarta (27), afirmou que “se Deus quiser”, iria “influir na presidência da Câmara”, foi criticado pelo deputado do MDB:

 “Esta interferência apequena o nosso Parlamento, e eu quero ser presidente da Câmara dos Deputados de uma Câmara que não se vende por 30 moedas, eu quero ser presidente de uma Câmara que possa contribuir com o nosso país”.

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Arthur Lira (PP-AL), líder do centrão, tem o apoio do governo Bolsonaro, que segundo informações do Antagonista, liberou mais de R$ 630 milhões em emendas parlamentares para garantir a vitória do candidato à presidência da Câmara.

Na sabatina promovida pela Frente Parlamentar Ética contra a corrupção, Baleia declarou que a Câmara precisa ser “independente” caso os deputados queiram “exercer seu mandato na plenitude”:

“Não há nenhum tema que será bloqueado, mas não podemos ter uma Câmara cartorial, que apenas carimbe o que vem do Executivo. Nós já demos provas aqui que muitos dos projetos enviados pelo Executivo foram melhorados pelos parlamentares e é dessa forma que eu quero conduzir a Câmara”, afirma.

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POLÍTICA

Bolsonaro segue reprovado por 42% da população, diz pesquisa

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Presidente Jair Bolsonaro (sem partido)
Reprodução: iG Minas Gerais

Presidente Jair Bolsonaro (sem partido)

Pesquisa de opinião feita pela XP/Ipespe divulgada nesta quarta-feira (24) indica que o  presidente Jair Bolsonaro (sem partido) manteve índices de aprovação, 31%, e rejeição, 42%.

O levantamento mostrou que 42% das pessoas consideram a gestão de Bolsonaro “ruim ou péssima”; para 31%, “ótimo ou bom”.

Em relação a última pesquisa divulgada no dia 4 de fevereiro, houve um aumento dentro da margem de erro entre os entrevistados que aprovam o chefe do executivo, de 30% para 31%, e estabilidade na rejeição.

Confira os resultados:

  • 42% – “péssimo ou ruim”
  • 31% – “ótimo ou bom”
  • 24% – regular
  • 3% – não sabe/ não respondeu

Além da avaliação geral, os entrevistados foram questionados sobre a troca de comando da Petrobras , anunciada na última sexta (19), que causou temor na bolsa financeira, fazendo com que a estatal perdesse mais de R $100 bilhões em valor de mercado.

70% dos entrevistados disseram “ficar sabendo” sobre a troca na presidência da empresa, e entre eles, não houve consenso em relação a troca de comando.

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40% consideraram que Bolsonaro errou ao demitir o presidente Castello Branco , mas para 38%, ele acertou a indicar o General Joaquim Silva e Luna ao cargo. 23% não soube responder.

Auxílio emergencial

Houve também o questionamento acerca da volta do auxílio emergencial , benefício criado pelo governo federal para mitigar os impactos econômicos da pandemia em abril do ano passado e que perdurou até dezembro. Cerca de 68 milhões de pessoas foram beneficiadas, e R$ 294 bilhões foram gastos.

69% dos entrevistados acreditam que o governo deveria retomar o auxílio por um valor entre R$ 200 e R$ 300 por mais alguns meses, quanto 22% das pessoas acham que o benefício não deveria voltar. 10% não soube ou não respondeu.

A pesquisa foi feita entre os dias 22 a 23 de fevereiro com 800 pessoas de todas as regiões do Brasil. A margem de erro é de 3,5 pontos percentuais para mais ou para menos.

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