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“Atrevimento sem limites”, diz Celso de Mello sobre vídeo de leão de Bolsonaro

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Ministro Celso de Meelo arrow-options
Nelson Jr./SCO/STF – 14.2.19

Celso de Mello criticou publicação de Bolsonaro

O ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), disse nesta segunda-feira (28) que o vídeo publicado por Bolsonaro no Twitter é um sinal de que “o atrevimento presidencial parece não encontrar limites”. A publicação foi feita mais cedo no perfil do presidente e mostrava um leão sendo incomodado por hienas com os logotipos do PT, PSL, STF, OAB e a palavra “imprensa”. Após a repercussão negativa, o vídeo foi apagado.

Procurado pelo jornal Folha de São Paulo, o ministro disse que, “além de caracterizar absoluta falta de ‘gravitas’ e de apropriada estatura presidencial, também constitui a expressão odiosa (e profundamente lamentável) de quem desconhece o dogma da separação de poderes e, o que é mais grave, de quem teme um Poder Judiciário independente e consciente de que ninguém, nem mesmo o Presidente da República, está acima da autoridade da Constituição e das leis da República”. 

No final do vídeo, um outro leão com as palavras “conservador patriota” se aproxima do leão que era incomodado pelas hienas o ajuda a se livrar delas. Ele ainda com apelo: “Vamos apoiar o nosso presidente até o fim e não atacá-lo”. “Já tem a oposição pra fazer isso!”, diz a mensagem.

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Partidos protocolam pedido de cassação de mandato de Eduardo Bolsonaro

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Deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP)
Cleia Viana/Câmara dos Deputados

Deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP)

O deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) foi alvo de uma representação protocolada no Conselho de Ética da Câmara nesta terça-feira (13). Partidos pedem a cassação do parlamentar após fala misógina em publicação nas redes sociais.

O PT PSOL, PSB, PDT e PCdoB pediram a cassação do mandato do deputado após Eduardo se referir as deputadas presentes na Comissão de Constituição e Justiça ( CCJ ) sendo “pessoas portadoras de vagina”.

Relembre o tuíte que motivou o pedido de cassação:

“Tais fatos misóginos e desrespeitosos para com as mulheres parlamentares ganhou repercussão nacional e não pode ficar sem uma resposta enérgica desse parlamento, sob pena de se associarem ao desrespeito às mulheres de forma institucionalizada na Câmara dos Deputados”, dizem os partidos na representação.

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O filho do presidente  Jair Bolsonaro se defendeu das acusações durante sessão nesta terça (13) na CCJ, dizendo que “nada mais fez repetir palavra que a própria esquerda utiliza”.

Eduardo usou como exemplo portais de notícias, que em contextos diferentes, usaram o termo “pessoas com vagina”. Dizendo ter feito o comentário de forma irônica, não demonstrou preocupação com a representação . “O tiro vai sair pela culatra”, afirmou.

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