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POLÍTICA

“Atrevimento sem limites”, diz Celso de Mello sobre vídeo de leão de Bolsonaro

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Ministro Celso de Meelo arrow-options
Nelson Jr./SCO/STF – 14.2.19

Celso de Mello criticou publicação de Bolsonaro

O ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), disse nesta segunda-feira (28) que o vídeo publicado por Bolsonaro no Twitter é um sinal de que “o atrevimento presidencial parece não encontrar limites”. A publicação foi feita mais cedo no perfil do presidente e mostrava um leão sendo incomodado por hienas com os logotipos do PT, PSL, STF, OAB e a palavra “imprensa”. Após a repercussão negativa, o vídeo foi apagado.

Procurado pelo jornal Folha de São Paulo, o ministro disse que, “além de caracterizar absoluta falta de ‘gravitas’ e de apropriada estatura presidencial, também constitui a expressão odiosa (e profundamente lamentável) de quem desconhece o dogma da separação de poderes e, o que é mais grave, de quem teme um Poder Judiciário independente e consciente de que ninguém, nem mesmo o Presidente da República, está acima da autoridade da Constituição e das leis da República”. 

No final do vídeo, um outro leão com as palavras “conservador patriota” se aproxima do leão que era incomodado pelas hienas o ajuda a se livrar delas. Ele ainda com apelo: “Vamos apoiar o nosso presidente até o fim e não atacá-lo”. “Já tem a oposição pra fazer isso!”, diz a mensagem.

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POLÍTICA

“Não foi por invalidez”, diz Celso de Mello sobre aposentadoria

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Ministro Celso de Mello durante sessão do STF
Carlos Moura/SCO/STF

Ministro Celso de Mello durante sessão do STF

O ministro Celso de Mello , do Supremo Tribunal Federal (STF), desmentiu nesta sexta-feira (25) que a antecipação de sua aposentadoria em três semanas, passando para o dia 13 de outubro, não foi por invalidez. O boato surgiu depois que o decano da Corte antecipou também o retorno de um  período de licença médica que terminaria neste sábado (26).

“Não, NÃO foi por invalidez!!! Foi uma simples e voluntária aposentadoria, eis que possuo pouco mais de 52 anos de serviço público (Ministério Público paulista + Supremo Tribunal Federal)”, escreveu o ministro em comunicado divulgado pela assessoria de imprensa do STF.

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