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Economia

Atividade econômica da França está a 65% do normal

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A atividade econômica francesa e os gastos das famílias estão em cerca de 65% dos níveis normais devido ao surto do novo coronavírus (covid-19), informou nesta quinta-feira (26) a agência oficial de estatísticas INSEE.

A INSEE deu a primeira imagem do impacto do bloqueio nacional ao publicar seu índice mensal de confiança nos negócios, que teve a maior queda desde que os registros começaram em 1980.

O índice caiu a 95 pontos de 105 pontos em fevereiro, com declínios ainda mais acentuadis nos setores de serviços e varejo, disse a INSEE.

O governo francês preparou um pacote de 45 bilhões de euros – 2% do PIB – em medidas de crise compostas principalmente por impostos protelados e encargos na folha de pagamentos a empresas que reduzem o horário de trabalho de seus funcionários.

Além disso, o governo está garantindo até 300 bilhões de euros – 15% do PIB – de empréstimos corporativos de bancos comerciais para manter o crédito fluindo para a economia.

A INSEE disse que era muito cedo para tentar prever a profundidade da crise, mas estimou que cada mês de confinamento reduzirá a atividade econômica em 12 pontos percentuais em base trimestral e em 3 pontos percentuais ante base anual.

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Economia

Pandemia afeta vendas do comércio paulistano na 2ª quinzena de março

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As vendas do comércio na capital paulista registraram queda média de 53,4% na segunda quinzena de março na comparação com o mesmo período de 2019, de acordo com Balanço de Vendas da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), divulgado hoje (2).

Na primeira quinzena houve alta de 5,3% nas vendas, ainda refletindo os efeitos da última semana de fevereiro. O cenário muda a partir do momento em que o comércio considerado não essencial passa a ficar fechado.

O movimento de vendas a prazo, que incluem bens duráveis como eletrodomésticos, registrou queda de 61,7%.  As vendas à vista, ou de bens não-duráveis, como vestuários e calçados, desaceleraram 45%. Na comparação mensal, ou seja, com março de 2019, a queda média foi de 27%, sendo que 30,4% referem-se à diminuição nas vendas a prazo, e 23,6% foi o recuo nas vendas à vista.

“Começamos o mês com uma conjuntura, mas encerramos com outra. Porém, vale lembrar que esses são dados preliminares do comércio físico, que não incluem o setor supermercadista nem as vendas pela internet, já que muitos que não conseguiram comprar em lojas físicas, acabaram comprando on-line”, disse o presidente da ACSP, Alfredo Cotait, presidente da ACSP.

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Segundo Cotait, o resultado é reflexo da pandemia de coronavírus e das medidas de isolamento social que se intensificando no país desde o último dia 15. Ele reforçou que a queda no movimento geral reflete tanto as medidas adotadas para controlar a epidemia como a própria cautela do consumidor, que tem preferido comprar o essencial. “A expectativa agora é que (a pandemia) possa ser mitigada o quanto antes, e que dure o menor tempo possível.”

Edição: Maria Claudia

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