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Assessor de Bolsonaro deve ser indiciado após depoimento à polícia do Senado

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Filipe Martins fez sinal com a mão enquanto presidente do Senado discursava
Reprodução/TV Senado

Filipe Martins fez sinal com a mão enquanto presidente do Senado discursava

O assessor especial para assuntos internacionais da Presidência , Filipe Martins , presta esclarecimentos nesta quarta-feira à Polícia Legislativa do Senado por um gesto associado a supremacistas brancos feito durante uma sessão parlamentar, em março. O sinal também pode ser interpretado como um xingamento obsceno. De acordo com fontes ligadas ao comando do Senado, a expectativa é que Martins seja indiciado após o depoimento.

O procedimento faz parte da abertura de  investigação interna determinada no mês passado pelo presidente da Casa, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), sobre o caso. As etapas são semelhantes ao que ocorre na Polícia Civil, com possível apresentação de denúncia à Justiça.

Após o episódio, o assessor negou ter simpatia por movimentos de supremacia branca . “Um aviso aos palhaços que desejam emplacar a tese de que eu, um judeu, sou simpático ao ‘supremacismo branco’ porque em suas mentes doentias enxergaram um gesto autoritário numa imagem que me mostra ajeitando a lapela do meu terno: serão processados e responsabilizados; um a um”, escreveu Martins no Twitter.

No final de março, Martins, que estava sentado atrás do presidente do Senado durante uma sessão parlamentar, fez com a mão um gesto — juntando os dedos polegar e indicador em um círculo e deixando os outros três dedos esticados — que no Brasil, com os dedos para baixo, é conhecido como um xingamento, e em países como os Estados Unidos, com os dedos para cima, como “OK”, e entre supremacistas é associado às letras W e P, de White Power (poder branco).

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Gentili se reúne com ex-marqueteiro de Bolsonaro por candidatura em 2022

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Danilo Gentili pode concorrer à presidência em 2022
Reprodução/SBT

Danilo Gentili pode concorrer à presidência em 2022

Danilo Gentili deve concorrer à presidência em 2022. O apresentador teria se reunido, neste sábado (10), com o ex-marqueteiro de Bolsonaro, André marinho, além de membros do MBL (Movimento Brasil Livre). As informações são da jornalista Mônica Bergamo.

O MBL vê como trunfo o fato de Gentili grande alcance entre os jovens. O apresentador seria importante para tirar votos de Jair Bolsonaro (sem partido), em uma tentativa do grupo de tirar o atual presidente do segundo turno .

Segundo a jornalista, líderes do MBL , como Renan Santos e o deputado Kim Kataguiri (DEM-SP) pretendem se agregar em um mesmo partido em 2022 para as candidaturas a cargos eletivos. Nessa estratégia, Gentili seria um bom ‘puxador de votos’.

O grupo teria se animado com a provável candidatura de Gentili após o  ex-juíz e ministro da Justiça, Sergio Moro, dizer que votaria no apresentador.

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