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Esportes

Artilheiro do Mineiro, Paulo Renê é dúvida no Patrocinense para jogo contra o líder

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O Patrocinense pode perder o artilheiro do Campeonato Mineiro, Paulo Renê, para o jogo contra o líder América-MG, no próximo domingo, às 16h, em Patrocínio. O atacante, que anotou um hat-trick contra o Tupynabás, teve um edema na coxa esquerda constatado e é dúvida para a partida.

Paulo Renê tem cinco gols no Campeonato Mineiro — Foto: Reprodução PremierePaulo Renê tem cinco gols no Campeonato Mineiro — Foto: Reprodução Premiere

Paulo Renê tem cinco gols no Campeonato Mineiro — Foto: Reprodução Premiere

O técnico Thiago Oliveira prefere aguardar a evolução da recuperação antes de confirmar o desfalque. Com cinco gols, Paulo Renê é o artilheiro isolado do Campeonato Mineiro. Caso não jogue, o centroavante Rafael Gladiador deve ser o titular.

Quem também pode desfalcar o Patrocinense contra o líder é o meia Diego Luís. Titular desde que chegou ao clube, o camisa 10 saiu de campo diante do Tupynambás ainda no primeiro tempo com uma lesão no pé direito e será acompanhado de perto nesta semana.

Desfalque certo

O único desfalque certo para a partida é o goleiro Thiago Passos. O capitão da equipe recebeu o terceiro cartão amarelo em Juiz de Fora e vai cumprir suspensão no domingo.

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Thiago Passos cumpre suspensão no jogo contra o América-MG — Foto: Alair Constantino/Dono do ApitoThiago Passos cumpre suspensão no jogo contra o América-MG — Foto: Alair Constantino/Dono do Apito

Thiago Passos cumpre suspensão no jogo contra o América-MG — Foto: Alair Constantino/Dono do Apito

Por: G1

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Esportes

Olimpíada de Tóquio é adiada para 2021, depois de pedido de primeiro-ministro do Japão

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O primeiro-ministro japonês, Abe Shinzo, confirmou nesta terça-feira (24) que pediu ao Comitê Olímpico Internacional (COI) o adiamento de um ano dos Jogos Olímpicos, que estavam programados para o dia 24 de julho. A autoridade esportiva aceitou, e a competição foi postergada para 2021.

Abe fez o anúncio a jornalistas depois de uma conversa telefônica com o presidente do COI, Thomas Bach. Segundo ele, o COI aceitou o pedido.

O COI, então, confirmou em um comunicado o adiamento assinado em conjunto com o governo japonês:

“Na circunstância presente, e baseados na informação providenciada pela Organização Mundial da Saúde, o presidente do COI e o primeiro-ministro do Japão concluíram que os Jogos da 32ª Olimpíada em Tóquio devem ser reagendados para uma data para além de 2020, mas não depois do verão de 2021, para garantir a saúde de atletas, todos envolvidos nos Jogos e a comunidade internacional.”

As Olimpíadas, portanto, deverão ser realizadas em 2021. Mesmo assim, o nome oficial do evento será Tóquio 2020, de acordo com o governador de Tóquio, Yuriko Koike.

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Os Jogos Olímpicos foram adiados por causa da pandemia do Covid-19, que impactou a organização do evento e também a preparação dos atletas.

A conversa telefônica incluiu, além de Abe e de Bach, o governador de Tóquio, Yuriko Koike, e o líder da organização dos Jogos, Yoshiro Mori.

Abe pediu para que Bach tomasse uma decisão o mais rápido possível, segundo a NHK.

Essa é a primeira vez, na era moderna, que os Jogos Olímpicos são adiados. Eles foram cancelados em três ocasiões: 1916, 1940 e 1944, por causa da Primeira e Segunda Guerras mundiais.

Pressão de atletas

O Comitê Olímpico do Canadá havia publicado uma carta na segunda-feira (23) na qual informou que ia boicotar os Jogos Olímpicos e Paralímpicos se eles fossem realizados em 2020. A Austrália também informou que não enviaria seus atletas.

Noruega e Grã-Bretanha pressionaram o COI e ameaçaram não participar dos Jogos.

Os comitês do Brasil, Eslovênia, Alemanha haviam pedido o adiamento, assim como as equipes norte-americanas de natação e corrida.

Eliminatórias congeladas

A maioria (78%) dos atletas era favorável a um adiamento, de acordo com uma pesquisa divulgada pelo “The New York Times”.

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As medidas de contenção do coronavírus, que em muitos países incluem a proibição de viagens, interromperam os jogos eliminatórios para as Olimpíadas. Muitos dos atletas não podem sair de casa por causa das medidas de isolamentos impostas.

Ainda assim, até o domingo (22), o COI tinha dito que só tomaria uma decisão em quatro semanas.

Por G1

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