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Argentina fará reunião internacional da esquerda; Dilma e Haddad são convidados

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Roberto Stuckert Filho/PR

Dilma e Haddad

O novo presidente eleito da Argentina, Alberto Fernandéz, será anfitrião do encontro internacional da esquerda, que reúne líderes e representantes de partidos. A reunião, marcada para os dias 8, 9 e 10 de novembro, contará com alguns ex-presidentes da América do Sul, como a brasileira Dilma Rousseff, o uruguaio Jose Pepe Mujica e o colombiano Ernesto Samper. 

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Além de pessoas que ocuparam o cargo de presidente, a lista de convidados também conta como nomes como Fernando Haddad e Marco Enriquez-Ominami, ex-candidato à presidência no Chile. 

Este ano, o encontro discutirá “um novo projeto comum”, que busca ações da esquerda – alternativas às já estabelecidas pelo Grupo de Lima – para tratar a crise venezuelana. A reunião, que teve sua primeira edição no ano passado, é vista como um “intercâmbio político na América Latina “. 

Outras crises que atingem o continente – como a do Chile Bolívia – também estão na pauta na reunião. De acordo com documento de fundação do grupo, a união trabalha com o objetivo de “conter o avanço da direita conservadora”. 

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Queiroga deve ser o primeiro ouvido pela CPI da Covid, diz senador

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Senador Humberto Costa (PT-PE)
Agência Brasil

Senador Humberto Costa (PT-PE)

Humberto Costa (PT-PE), um dos senadores indicados para compor a CPI da Covid, disse em entrevista à CNN Brasil que o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, deve ser o primeiro convidado a prestar esclarecimentos sobre as ações do governo federal durante a pandemia. 

Segundo o senador da oposição, a escolha pelo atual titular da Saúde se dá pelo motivo de que a CPI, em um primeiro momento, deve buscar respostas sobre as medidas de combate à Covid-19 que devem ser adotadas imediatamente.

“Acho que o primeiro convidado deve ser o próprio ministro da Saúde, para que ele possa nos dizer o que o governo pretende fazer daqui para frente para o controle da pandemia, como eles estão enfrentando e procurando resolver os problemas emergenciais, como a escassez de vacinas, como a crise de abastecimento de medicamentos para procedimentos complexos como as entubações. A CPI tem que exercer o papel de investigar, mas também exercer o papel para que o governo cumpra a sua missão, e nós vamos cobrar”, afirmou o senador, que foi ministro da Saúde por pouco mais de dois anos durante o primeiro mandato do governo Lula.

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O senador disse que a CPI deve começar o “mais urgente possível” e que a agilidade para o início dos trabalhos deveria ser um interesse também do governo federal, já que a investigação pode se alongar até próximo das eleições de 2022.

“Defendo que a CPI comece de imediato, temos que apresentar a proposta de um funcionamento misto, ouvir pessoas, fazer reuniões onde tenhamos um debate mais conceitual, ouvindo cientistas e professores, pode ser feito de forma remota. As audiências onde vamos escutar testemunhas e debater quebra de sigilos ou acesso a documentos sigilosos, essa podemos fazer de modo presencial ou semi presencial, um pouco mais para frente, dentro de 1 mês e meio, quando melhorar a situação da pandemia”, afirmou Costa. 

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