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Aprendendo inglês: por onde começar?

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O inglês é a língua mais ensinada e a mais usada no mundo dos negócios. Idioma oficial de dez países, a língua inglesa é falada por 450 milhões de pessoas como língua principal e por 750 milhões como língua estrangeira.

 

Por isso, sempre é tempo de estudar ou voltar a estudar a língua inglesa. Quanto mais tarde deixamos para aprender um segundo idioma, mais difícil poderá ser. Por vezes, as questões psicológicas e emocionais falam mais alto. Os adultos criam um bloqueio que os impede de participar integralmente da aula; têm vergonha de errar, se preocupam demais em buscar um sentido lógico no idioma e em comparar a nova língua com o português. Essa sequência de situações faz com que o processo de aprendizagem, na maioria das vezes, se apresente de forma mais demorada em relação, por exemplo, a crianças e adolescentes.

O primeiro passo, além da motivação e vontade de realmente querer aprender um segundo idioma, é quebrar paradigmas. O adulto acredita que ele não aprende depois de mais velho, o que não é verdade. Entretanto, é preciso fazer mudanças no método tradicional para que o cérebro dos adultos possa se adaptar à nova língua mais naturalmente. Isso envolve mudanças nos livros didáticos, preparação de aulas mais dinâmicas e personalizadas, além de professores mais bem preparados para atender às especificidades desse público.

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Apesar de hoje no Brasil apenas 5% da população se comunicar em inglês e, desses, apenas 1% ser realmente fluente, é consenso a importância de se falar uma segunda língua. Profissionalmente, os salários são mais atrativos. Saber se comunicar em um segundo idioma pode, ainda, abrir portas para vagas de emprego em outros países ou mesmo garantir a oportunidade de aprimorar a carreira com cursos de especialização fora do Brasil. A importância do inglês para a carreira também está relacionada aos estudos. Com a internet, é possível ter acesso a conteúdo de diversas partes do mundo, o que permite aprofundar o conhecimento em determinada área utilizando como fontes pesquisas, livros, cursos e palestras em outros idiomas. Para além do lado profissional, conhecer uma nova língua exige que sua mente seja ágil e exercite muitas habilidades cognitivas. Por isso, a memória sai ganhando, e o que quer que a pessoa aprenda enquanto explora novos idiomas é melhor retido em seu cérebro. Do ponto de vista social, as pessoas se tornam mais comunicativas, melhores ouvintes, mais confiantes e criativas. A conclusão é fácil: aprender um novo idioma é importante em todos os sentidos, e o inglês é a língua que prevalece na comunidade científica, no cinema, no turismo etc.  Fica aqui o convite para começar ou voltar a ter contato com esse idioma indispensável no seu dia a dia.

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Por: Vanessa Faria Firmino Garcia

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Ômar Souki: Onde buscar refúgio?

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Diante das explosões do mundo, podemos nos refugiar no silêncio. A contemplação silenciosa é um exercício de amor que nos proporciona direção e discernimento. Ao entrarmos no estado meditativo, permitimos que Deus deixe claro o que ele deseja de nós. Essa prática aumenta a nossa humildade e, consequentemente, também nossa fé, nossa esperança e nosso amor. Para isso, devemos “entrar no quarto interior, orar ao Pai em segredo; e o Pai, que está em segredo, nos recompensará” (Mateus 6, 6)

O “quarto interior” está dentro de nós mesmos. Para irmos até lá podemos nos assentar tranquilamente em um aposento de nossa casa. Podemos também buscar o silêncio na natureza. “Orar ao Pai em segredo”, na verdade, significa escutar—ouvir com atenção o que o Pai tem para nos confiar. Essa oração, portanto, é sem palavras nem pensamentos. Ela se origina da nossa vontade de nos aproximarmos de Deus, sem a interferência da mente.

Mas, não é fácil deixar o intelecto do lado de fora. Assim que nos assentamos e fechamos os olhos, a nossa memória chama nossa atenção para acontecimentos recentes—bons ou nem tão bons; ou vasculha antigos álbuns de fotografias, carregados de lembranças—algumas agradáveis, outras nem tanto.  A imaginação deseja retomar os projetos para o futuro. Podem surgir pensamentos levantando as mais diversas questões. A nuvem do não-saber, no capítulo 7 (p. 44), dá alguns exemplos de perguntas que o intelecto nos faz: “O que você procura e o que gostaria de ter?”, “Quem é esse Deus que você procura?”. Porém, os pensamentos não desejam nada além de serem escutados. Aos poucos podem aumentar seus apelos até desviar-nos do propósito do silêncio: a escuta amorosa de Deus—refúgio seguro contra as explosões mundanas.

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Para lidarmos com a insistência dos pensamentos, podemos escolher uma palavra de oração. Como a nossa intenção é a simples aproximação a Deus—sem nenhuma outra razão a não ser o próprio Deus—podemos escolher uma palavra que represente essa intenção. O autor de A nuvem sugere a opção por uma palavra curta, por exemplo: “Deus”, “God” em inglês. Pode também ser “amor”. Alguns autores sugerem a palavra “Abba”. “Escolha a que você preferir, de preferência uma palavra de uma sílaba. Prenda essa palavra ao seu coração de modo que—aconteça o que acontecer—ela jamais vá embora. Essa palavra deve ser o seu escudo e a sua espada, quer você esteja cavalgando na paz ou na guerra… com ela deverá abater toda sorte de pensamentos sob a nuvem do esquecimento. Caso algum pensamento exercer pressão sobre você—perguntando-lhe o que gostaria de ter—responda só com essa palavra e nada mais” (p. 46).

Henri Nouwen, no artigo A oração do coração cita Isaac, o Sírio: “Procure entrar na câmara do tesouro… que está dentro de você e então descobrirá a câmara do tesouro do céu. Pois ambas são a mesma coisa. Se conseguir entrar em uma, você verá ambas. A escada para esse Reino está escondida dentro de você, em sua alma. Se você purificar a alma, ali verá os degraus da escada que deve subir”.

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