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POLÍTICA

Alexandre de Moraes vota a favor de prisão após segunda instância

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Ministro Alexandre de Moares arrow-options
Rosinei Coutinho/SCO/STF

Ministro votou contra o ministro Marco Aurélio

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes votou a favor do cumprimento antecipado de pena após condenação em segunda instância . Com o voto, o placar está em 1 a 1 após o ministro Marco Aurélio Mello votar contra a pauta.

No início da leitura do voto, Moares disse que “toda vez que se altera a jurisprudência se fala em evolução”, mas que, às vezes, também há uma “involução”.

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Em seguida, o ministro fez uma defesa da democracia e ciriticou ameaças à Corte. “Paixões políticas e ideológicas resultaram em ameaças ao STF, muito acima das salutares  manifestações de uma democracia. Relatores foram chamados de levianos e corruptos por ter uma posição contrária”, afirmou.

Na sustentação do voto, Moraes disse que “alterações de posicionamento não produziram nenhum impacto significativo no sistema penitenciário nacional” e que não vê que os princípios de presunção de inocência e de não culpabilidade serão feridos. “A decisão de segundo grau é fundamentada”, completou.

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POLÍTICA

Feliciano chama Bebianno de político Big Brother, que rebate: “Explorador de fé”

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Marco Feliciano (sem partido) e Gustavo Bebianno (PSDB) arrow-options
Montagem

Marco Feliciano (sem partido) e Gustavo Bebianno (PSDB)

O pastor e deputado federal, Marco Feliciano (sem partido), chamou o ex-Secretário-Geral Gustavo Bebianno (PSDB) de “político Big Brother”, na noite deste domingo (26).

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O comentário de Feliciano, que é defensor de Bolsonaro, ocorreu após o tucano ter criticado o presidente pela forma que tratou o ministro Sérgio Moro nos últimos dias — com a possibilidade de separar o Ministério da Justiça e Segurança Pública. 

Bebianno rebateu ao comentário, afirmando que o pastor “é daqueles que exploram a fé alheia e misturam religião com política, apenas para se locupletar (enriquecer)”, disse ao colunista Chico Alves do UOL , nesta segunda-feira (27).

Bebianno foi demitido do governo Bolsonaro logo no início do ano passado, em fevereiro de 2019, participando da gestão por menos de dois meses. Após sair de seu cargo, ele passou a ter um posicionamento crítico ao presidente, desagradando à base bolsonarista, da qual Feliciano faz parte. 

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“Ele é político BigBrother. Começou achando que era o dono do pedaço, surtou com a fama, fez intriga com meio mundo, foi descoberto e mandado para fora da casa. Depois de um tempo, ninguém mais sabe quem é! Oh, vida cruel!”, publicou Marco Feliciano em sua conta de Twitter.

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“Pastor Feliciano é aquele petista de carteirinha que vivia adulando a presidente Dilma, e que agora bajula os Bolsonaro? Aquele que buscou a aprovação do projeto da ‘cura gay’?”, afirmou Bebianno. “Vive envolvido em escândalos grotescos, tal como o tratamento odontológico de R$ 157 mil com dinheiro público e aquela história enrolada com a Patrícia Lelis”.

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