conecte-se conosco


POLÍTICA

Alcolumbre diz que fez de tudo para “construir pontes” no comando do Senado

Publicado

source

Agência Brasil

Davi Alcolumbre (DEM-AP), atual presidente do Senado
Marcos Oliveira/Agência Senado

Davi Alcolumbre (DEM-AP), atual presidente do Senado

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), chegou ao plenário da Casa por volta das 14h30 desta segunda-feira (1º) para conduzir a sessão que elegerá seu substituto no cargo. Em sua última fala à imprensa como presidente da Casa, Alcolumbre afirmou que “cumpriu seu dever” no comando do Senado e do Congresso Nacional.

“Tenho a convicção e a certeza absoluta [de] que cumpri meu dever, cumpri minhas obrigações. E continuarei cumprindo, porque exerço um mandato outorgado pelo povo do Amapá”, disse Alcolumbre, antes de seguir para o plenário. Ele afirmou que foi um presidente do entendimento, do diálogo, o que considera uma das principais características de sua gestão.

Você viu?

“A gente teve a oportunidade, em vários episódios, de pedir a pacificação, pedir a união dos brasileiros, ser uma ponte em relação aos outros poderes. Fiz de tudo para construir as pontes. Tenho esse reconhecimento de ter sido um presidente da pacificação, da união e do entendimento”. Alcolumbre exaltou o papel da imprensa e sua ajuda, “com críticas e elogios”, e afirmou que continuará sendo um privilégio conviver com seus pares no parlamento.

Leia mais:  Boulos apresenta sintomas após testar positivo para Covid-19

Logo depois, já no comando da sessão, em plenário, disse que não tem inimigos na política e que seu período à frente do Senado foi o mais difícil da sua vida. “Não pensem que foram dois anos fáceis e confortáveis. Foram os dois anos que mais me exigiram nestes pouco mais de 40 anos já vividos. Dois anos que exigiram tolerância, paciência e resiliência”.

Senadora Simone Tebet (MDB-RS)
Pedro França/Agência Senado

Senadora Simone Tebet (MDB-RS)

Os senadores decidem na tarde desta segunda-feira quem será o novo presidente da Casa. São candidatos os senadores, Rodrigo Pacheco (DEM-MG) e Simone Tebet (MDB-MS). A disputa tem se concentrado, porém, entre os representantes do DEM e do MDB.

Em discurso,  Jorge Kajuru (Cidadania-GO)Lasier Martins (Podemos-RS) e Major Olimpio (PSL-SP)  anunciaram a retirada da candidatura e o apoio a Simone Tebet.

Leia mais:  Além de Carlos Bolsonaro, veja quem mais apoiou a agressão de Nunes a Glenn

Comentários Facebook
publicidade

POLÍTICA

Câmara dos Deputados vota esta semana a PEC Emergencial

Publicado

por

source
Câmara dos Deputados
Marcelo Camargo/ Agência Brasil

Câmara dos Deputados

A Câmara dos Deputados marcou para esta semana a votação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 186/2019, a PEC Emergencial . O presidente da Casa, Arthur Lira, anunciou que pautará a PEC para apreciação diretamente no plenário, sem passar por comissões.

A expectativa é aprovar a admissibilidade do texto na terça-feira (9) e, no dia seguinte, a votação em plenário em dois turnos. Na avaliação de Lira, é importante aprovar logo a PEC para possibilitar o pagamento de novas parcelas do auxílio emergencial à população ainda em março. O relator da proposta na Câmara é o deputado Daniel Freitas (PSL-SC).

O texto cria mecanismos de ajuste fiscal, caso as operações de crédito da União excedam as despesas. Entre as medidas, estão barreiras para que a União, os estados e os municípios criem despesas obrigatórias ou benefícios tributários. A PEC também possibilita o pagamento do auxílio emergencial com créditos extraordinários sem ferir o teto de gastos públicos .

No Senado, o texto sofreu mudanças importantes. O relatório do senador Márcio Bittar (MDB-AC) teve que ceder à resistência de vários colegas e foi retirado o trecho mais polêmico do seu parecer, o fim da vinculação obrigatória de parte do orçamento a investimentos com saúde e educação. Bittar também retirou a redução de salário e jornada de trabalho dos servidores públicos, como expediente de ajuste fiscal e equilíbrio das contas públicas.

Bittar adicionou uma “trava” a mais para evitar um gasto excessivo com o auxílio emergencial. O relator limitou a R$ 44 bilhões o valor disponível para pagamento do auxílio emergencial. O governo estima retornar com o auxílio emergencial em forma de quatro parcelas de R$ 250 ainda este mês.

Comentários Facebook
Continue lendo

Mais Lidas da Semana