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300 dias de Bolsonaro: “meu governo é um dos mais democráticos dos últimos anos”

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Isac Nóbrega/PR

Evento desta terça-feira marcou os 300 dias do governo Bolsonaro

O presidente Jair Bolsonaro afirmou, nesta terça-feira, que seu governo “é um dos mais democráticos dos últimos anos”. Em uma cerimônia no Palácio do Planalto que marcou os 300 dias de sua gestão, o presidente argumentou que nunca defendeu o “controle social da mídia” e que nunca disse que a “internet deve ser domada”.

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“O meu governo, eu duvido que não seja um dos mais democráticos dos últimos anos. Afinal de contas, eu nunca falei em controle social da mídia, eu nunca falei que a internet deve ser domada. Eu sempre disse que, apesar de ser eu uma das maiores vítimas de fake news, até porque se não tivesse fake news por ocasião das eleições, eu ganharia no primeiro turno disparado. Porque outros candidatos não tiveram fake news, ou muito pouco”, discursou Bolsonaro .

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A declaração do presidente ocorre após ele ordenar o cancelamento das assinaturas do jornal “Folha de S. Paulo” no governo federal e dos ataques à TV Globo após reportagem do Jornal Nacional sobre a menção ao nome dele na investigação do assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL-RJ).

No mesmo discurso, o presidente voltou a falar sobre o caso e a criticar a imprensa. Bolsonaro reafirmou que estava na Câmara no dia do crime. Ele ainda ressaltou que não teria motivos para querer o assassinato da vereadora.

“Não é uma imprensa que colabore com o Brasil essa que agiu dessa maneira. Não satisfeita diz agora que tem um segundo porteiro. Não vou entrar em detalhes. O meu dedo no painel de presença de votação garante a minha situação e o que é mais importante: que motivo eu teria para cometer um ato daquele, estaria contrariando meus princípios cristãos? E outra: no que aquela pessoa me atrapalhava? Zero”, afirmou Bolsonaro .

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“Vou tomar por último, tem muita gente apavorada”, diz Bolsonaro sobre vacina

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Presidente Jair Bolsonaro
Foto: Agência Brasil

Presidente Jair Bolsonaro

Na sexta-feira (16), o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou que não pretende tomar a vacina da Covid-19 agora. Em conversa com apoiadores que o esperavam em frente ao Palácio da Alvorada, o presidente justificou que a decisão é pelo fato de ter “muita gente apavorada” esperando pela vacina.

“O que acontece, tem muita gente apavorada aí aguardando a vacina, então deixa as pessoas tomarem na minha frente. Vou tomar por último. Eu acho que essa é uma atitude louvável. Porque tem gente que não sai de casa, está apavorado dentro de casa”, disse Bolsonaro. O presidente chegou a se queixar que a imprensa teria criticado a sua decisão de se vacinar por último. “Em vez da imprensa me elogiar, me critica”, afirmou.

Bolsonaro está apto a receber a vacina no Distrito Federal desde o dia 3 de abril. Antes, ele explicava que não ia se vacinar porque já teria contraído o vírus em julho do ano passado.

De acordo com dados do consórcio de veículos de imprensa da quinta-feira (15), 25.460.098 pessoas já receberam a primeira dose de vacina contra a Covid-19. O número representa 12,02% da população brasileira. A segunda dose já foi aplicada em 8.558.567 pessoas (4,04% da população do país) em todos os estados e no Distrito Federal.

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